
Comunicação Corporativa de Reestruturação Societária
INTER
A Transição do Banco Inter da B3 para a Nasdaq.
Cliente
INTER
Seguimento
Finanças / Tecnologia
Intro
Complexidade da Operação e Desafio de Transparência
O Banco Inter conduziu um dos processos de reorganização societária e migração de praça de negociação mais complexos do mercado de capitais brasileiro. A operação visava transferir a base acionária do banco sediado em Minas Gerais para a Inter&Co, Inc. (holding constituída nas Ilhas Cayman), permitindo a listagem direta de suas ações na bolsa de valores nova-iorquina Nasdaq, mantendo a negociação de certificados de depósito de valores mobiliários (BDRs Nível I) na B3.
A transação envolvia estruturas de capital de classe dupla (Class A Shares com direito a um voto por ação para investidores gerais e Class B Shares com voto múltiplo para o grupo controlador), além de complexos mecanismos de resgate financeiro (cash-out) e conversão de papéis para minoritários. Qualquer falha de comunicação corporativa poderia gerar volatilidade nas ações, resistência de investidores individuais, incompreensão do mercado de varejo ou entraves com os órgãos reguladores (CVM no Brasil e SEC nos Estados Unidos).
Desafio
Gestão do Comando Narrativo e Relações com o Mercado
A consultoria de comunicação estruturou um plano integrado para gerenciar a narrativa corporativa do banco ao longo de todas as etapas do processo de reorganização. A estratégia dividiu-se em três eixos principais de atuação:
A primeira frente dedicou-se ao atendimento e alinhamento proativo com os principais jornais de economia, portais de finanças e analistas de mercado. A narrativa enfatizou que a ida para a Nasdaq permitiria ao banco captar investimentos internacionais com menor diluição acionária, acelerando a expansão de seu ecossistema digital que integra serviços bancários, investimentos, seguros e e-commerce.
A segunda frente desenhou os materiais de comunicação direcionados aos investidores de varejo da B3, detalhando com clareza a mecânica de participação na Assembleia Geral Extraordinária (AGE) digital, os prazos para escolha entre o recebimento de BDRs ou a opção de cash-out, e as garantias de governança corporativa preservadas na nova estrutura internacional.
A terceira frente atuou na gestão de crise informativa durante a necessidade de readequação e retificação da proposta societária — ocorrida quando a volatilidade inicial do mercado exigiu o ajuste dos parâmetros de resgate —, garantindo transparência técnica e protegendo a reputação da diretoria executiva até a deliberação final favorável. A operação contou com a assessoria financeira de grandes bancos multinacionais, incluindo Bank of America, Bradesco BBI, J.P. Morgan e Itaú BBA.


Resultado
Impacto Estratégico e Efeitos Repercutidos
A comunicação clara e alinhada ao cumprimento normativo garantiu a aprovação expressiva da reorganização societária em Assembleia Geral Extraordinária de acionistas e a subsequente homologação pelo Banco Central do Brasil e aprovação pela SEC. O Banco Inter concluiu com êxito sua transição, tornando-se uma techfin brasileira listada diretamente no mercado norte-americano. A cobertura editorial favorável em veículos como InfoMoney, Forbes Brasil, Exame, Finsiders, ISTOÉ Dinheiro e Seu Dinheiro consolidou a percepção de mercado do Inter como um grupo financeiro de visão global e excelência em governança.

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O Banco Inter conduziu um dos processos de reorganização societária e migração de praça de negociação mais complexos do mercado de capitais brasileiro. A operação visava transferir a base acionária do banco sediado em Minas Gerais para a Inter&Co, Inc. (holding constituída nas Ilhas Cayman), permitindo a listagem direta de suas ações na bolsa de valores nova-iorquina Nasdaq, mantendo a negociação de certificados de depósito de valores mobiliários (BDRs Nível I) na B3.
A transação envolvia estruturas de capital de classe dupla (Class A Shares com direito a um voto por ação para investidores gerais e Class B Shares com voto múltiplo para o grupo controlador), além de complexos mecanismos de resgate financeiro (cash-out) e conversão de papéis para minoritários. Qualquer falha de comunicação corporativa poderia gerar volatilidade nas ações, resistência de investidores individuais, incompreensão do mercado de varejo ou entraves com os órgãos reguladores (CVM no Brasil e SEC nos Estados Unidos).
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A consultoria de comunicação estruturou um plano integrado para gerenciar a narrativa corporativa do banco ao longo de todas as etapas do processo de reorganização. A estratégia dividiu-se em três eixos principais de atuação:
A primeira frente dedicou-se ao atendimento e alinhamento proativo com os principais jornais de economia, portais de finanças e analistas de mercado. A narrativa enfatizou que a ida para a Nasdaq permitiria ao banco captar investimentos internacionais com menor diluição acionária, acelerando a expansão de seu ecossistema digital que integra serviços bancários, investimentos, seguros e e-commerce.
A segunda frente desenhou os materiais de comunicação direcionados aos investidores de varejo da B3, detalhando com clareza a mecânica de participação na Assembleia Geral Extraordinária (AGE) digital, os prazos para escolha entre o recebimento de BDRs ou a opção de cash-out, e as garantias de governança corporativa preservadas na nova estrutura internacional.
A terceira frente atuou na gestão de crise informativa durante a necessidade de readequação e retificação da proposta societária — ocorrida quando a volatilidade inicial do mercado exigiu o ajuste dos parâmetros de resgate —, garantindo transparência técnica e protegendo a reputação da diretoria executiva até a deliberação final favorável. A operação contou com a assessoria financeira de grandes bancos multinacionais, incluindo Bank of America, Bradesco BBI, J.P. Morgan e Itaú BBA.


Resultado
Impacto Estratégico e Efeitos Repercutidos
A comunicação clara e alinhada ao cumprimento normativo garantiu a aprovação expressiva da reorganização societária em Assembleia Geral Extraordinária de acionistas e a subsequente homologação pelo Banco Central do Brasil e aprovação pela SEC. O Banco Inter concluiu com êxito sua transição, tornando-se uma techfin brasileira listada diretamente no mercado norte-americano. A cobertura editorial favorável em veículos como InfoMoney, Forbes Brasil, Exame, Finsiders, ISTOÉ Dinheiro e Seu Dinheiro consolidou a percepção de mercado do Inter como um grupo financeiro de visão global e excelência em governança.

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A transação envolvia estruturas de capital de classe dupla (Class A Shares com direito a um voto por ação para investidores gerais e Class B Shares com voto múltiplo para o grupo controlador), além de complexos mecanismos de resgate financeiro (cash-out) e conversão de papéis para minoritários. Qualquer falha de comunicação corporativa poderia gerar volatilidade nas ações, resistência de investidores individuais, incompreensão do mercado de varejo ou entraves com os órgãos reguladores (CVM no Brasil e SEC nos Estados Unidos).
Desafio
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A consultoria de comunicação estruturou um plano integrado para gerenciar a narrativa corporativa do banco ao longo de todas as etapas do processo de reorganização. A estratégia dividiu-se em três eixos principais de atuação:
A primeira frente dedicou-se ao atendimento e alinhamento proativo com os principais jornais de economia, portais de finanças e analistas de mercado. A narrativa enfatizou que a ida para a Nasdaq permitiria ao banco captar investimentos internacionais com menor diluição acionária, acelerando a expansão de seu ecossistema digital que integra serviços bancários, investimentos, seguros e e-commerce.
A segunda frente desenhou os materiais de comunicação direcionados aos investidores de varejo da B3, detalhando com clareza a mecânica de participação na Assembleia Geral Extraordinária (AGE) digital, os prazos para escolha entre o recebimento de BDRs ou a opção de cash-out, e as garantias de governança corporativa preservadas na nova estrutura internacional.
A terceira frente atuou na gestão de crise informativa durante a necessidade de readequação e retificação da proposta societária — ocorrida quando a volatilidade inicial do mercado exigiu o ajuste dos parâmetros de resgate —, garantindo transparência técnica e protegendo a reputação da diretoria executiva até a deliberação final favorável. A operação contou com a assessoria financeira de grandes bancos multinacionais, incluindo Bank of America, Bradesco BBI, J.P. Morgan e Itaú BBA.


Resultado
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A comunicação clara e alinhada ao cumprimento normativo garantiu a aprovação expressiva da reorganização societária em Assembleia Geral Extraordinária de acionistas e a subsequente homologação pelo Banco Central do Brasil e aprovação pela SEC. O Banco Inter concluiu com êxito sua transição, tornando-se uma techfin brasileira listada diretamente no mercado norte-americano. A cobertura editorial favorável em veículos como InfoMoney, Forbes Brasil, Exame, Finsiders, ISTOÉ Dinheiro e Seu Dinheiro consolidou a percepção de mercado do Inter como um grupo financeiro de visão global e excelência em governança.



